Situada na costa Alentejana, a norte da cidade de Sines, a lagoa de Santo André é uma das maiores lagoas costeiras do país. O habitat que envolve a lagoa é maioritariamente constituído por caniçais, dunas e pinhais.
No período de inverno a lagoa enche-se de anatídeos, sendo o pato-real, a marrequinha, o pato-trombeteiro, a frisada, o zarro e a negrinha algumas das espécies mais abundantes. Uma das especialidades locais é o pato-de-bico-vermelho, por vezes presente em grande número. Outras espécies invernantes interessantes são o cagarraz, o flamingo, a íbis-preta, o colhereiro, a coruja-do-nabal e a mais escassa petinha-de-richard.
Na época de nidificação, ocorre na zona da lagoa uma grande diversidade de aves de hábitos palustres como o garçote, a cigarrinha-ruiva e o rouxinol-dos-caniços. Algumas das espécies residentes são o alcaravão, o chapim-de-poupa, o charneco e o estorninho-preto.
A lagoa merece também uma visita durante as épocas de passagem migratória pré e pós-nupciais, quando pode ser aqui detetada uma grande diversidade de migradores como limícolas, garajaus e passeriformes.
A área encontra-se classificada como Reserva Natural. Existem percursos pedestres bem assinalados nas áreas do centro de interpretação do Monte do Paio e da Casa do Peixe

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